É interessante a formação dessa unidade mundial entorno do novo ano que se aproxima.
Ao primeiro dia do ano, demos o nome de “dia internacional da paz”. Uma onda de humanidade toma conta dos mais de 7 bilhões de indivíduos por todos os cantos do planeta.
As manifestações são legítimas, vislumbrando prosperidade, sorte, uma vida digna e rica, seja espiritualmente ou materialmente.
Ao que tudo indica, o novo surge acompanhado de um pouco do mesmo: agressões imperialistas, capital financeiro predominando nas relações de poder como nunca na história da humanidade, o meio ambiente dando sinais de esgotamento, pobreza e miséria extrema concentradas na África, nas grandes cidades, etc.
Em 2011 muitos foram os que perceberam o quanto é injustificável que no século 21, com tanta tecnologia e conhecimento, a vida de milhares de pessoas continuasse ainda desumana e precária, que a riqueza que possibilitaria o bem estar social permanece concentrada, nas mãos de menos de 1% da população que detém o poder real.
Certamente foram indagações que permitiram tornar perceptível às insuficiências do “regime democrático”.
Contrários a essa estrutura estabelecida algumas mulheres e homens ousaram se levantar em uma onda de indignação percorreu mundo árabe, criou raízes na Europa em crise, e chegou à América.
Os meus sinceros votos de ano novo são para todos os #indignados que lutam arduamente ao longo dos anos por uma democracia real.
“O primeiro passo para a mudança é não aceitar ou se resignar diante de um estado de coisas que está longe de ser natural”.